Em Quinga, houve avanço na Escola Refúgio, com entrega de materiais e início da renovação da pintura. Além disso, a equipe acompanhou a possível reabertura de uma pista de pouso antiga, algo muito relevante diante das dificuldades de acesso ao campo. A comparação entre as muitas horas de estrada e a possibilidade de chegar em menos de meia hora por via aérea mostra o quanto essa mudança pode impactar o trabalho missionário. Em regiões assim, logística não é detalhe. Acesso, transporte e estrutura influenciam diretamente o alcance da missão e a continuidade dos projetos.

Esse período também foi vivido com intensidade no âmbito familiar, por causa da preparação para a chegada da Ana Júlia. Diante das limitações do sistema público de saúde, foi necessário buscar uma clínica especializada para o parto, e Deus proveu os recursos necessários por meio da igreja e de parceiros. Foi um tempo de expectativa, vulnerabilidade e cuidado, mas também de gratidão pela provisão do Senhor. Em Moçambique, o trabalho segue avançando assim: entre serviço ao próximo, investimento em educação, desafios de acesso e a experiência diária de depender de Deus para cada passo.




